O projeto busca avaliar se hospitais privados seguem padrões de qualidade previamente definidos, e as regras também serão estendidas para a rede pública. Quem não cumprir as regras pode receber multas entre R$ 5 mil e R$ 500 mil.
Dino apresentou o projeto após uma tragédia familiar que sofreu em 2012. O filho dele, de 13 anos, morreu após ser internado por uma crise de asma em Brasília, e o ministro e a ex-esposa denunciaram mau atendimento. No ano passado, o ministro e a ex-esposa ganharam um processo na Justiça, que determinou uma indenização de R$ 1,2 milhão.
(Com Agência Estado)
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