"Esse menino não tem história política. Esse menino é ligado aos milicianos", afirmou Lula. Na sequência, o presidente citou Adriano da Nóbrega, ex-capitão da Polícia Militar do Rio, apontado pelas autoridades como chefe da milícia Escritório do Crime, e disse que Flávio mantinha ligação com o ex-PM.
Quando era deputado estadual, Flávio homenageou Adriano na Assembleia Legislativa do Rio e concedeu a ele a Medalha Tiradentes. A mãe e a mulher do ex-PM também trabalharam no gabinete do hoje senador. Flávio já afirmou que as contratações ocorreram por indicação de seu então assessor Fabrício Queiroz e rejeitou acusações de envolvimento com milícias.
Lula também atacou a relação de Flávio com Daniel Vorcaro. "Um cidadão ligado aos milicianos e que tinha essa relação amorosa com o Vorcaro. É coisa assim: 'amorosa'. 'Ô, irmão, eu te amo', 'ô, irmão'", disse, em referência ao teor de mensagens trocadas entre o senador e o ex-banqueiro.
"É um negócio que não tem sentido. Então, o cara ainda está querendo ser presidente da República. Ele não tem passado, não tem presente e não tem futuro. O rapaz foi vereador com 21 anos e seguiu a carreira dele ganhando dinheiro público e passa a ideia de que não é político", acrescentou Lula.
(Com Agência Estado)
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