"Quanto ao terrorismo, a gente quer fazer uma articulação ampla para derrotar esse destaque", declarou Lindbergh. "Eu acho que a gente tem votos para derrotar esse tema do terrorismo. Vamos lutar para isso."
Lindbergh acrescentou: "O fato é que esse tema do terrorismo é central. A gente vai ter uma estratégia, a construir com partidos do centro, para derrotar esse destaque na hora da votação". O líder do PT também disse que a bancada está pronta para votar o projeto nesta terça-feira, 18, mas reivindicou que o relator, Guilherme Derrite (PP-SP), apresente o seu 5º parecer com antecedência.
Durante a coletiva, Lindbergh disse que a "única solução" para a aprovação do projeto seria a troca do relator para um deputado "neutro" e o adiamento da discussão. O petista disse que, em sua opinião, Derrite "perdeu as condições" de continuar na relatoria.
"Eu continuo com a opinião de que, se o presidente Hugo Motta quisesse corrigir essa confusão toda, essa bagunça, ele conversaria com o relator Derrite, explicaria as motivações, e escolheria outro relator", disse o líder do PT.
Na ocasião, Lindbergh voltou a dizer que os pontos centrais para o governo neste momento são a retomada de recursos para fundos da segurança pública e da Polícia Federal, a reintrodução do mecanismo de perdimento extraordinário e a tipificação penal de facção criminosa. O líder do PT disse ainda que "governadores de extrema-direita" querem tirar poderes da PF.
(Com Agência Estado)
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