Os representantes das duas campanhas vão se encontrar com Nunes Marques em meio a uma guerra de liminares promovida na reta final das eleições.
Na semana passada, André Mendonça, vice-presidente da Corte, determinou a retirada do ar de uma série de postagens da campanha de Lula que criticavam supostas propostas de Flávio.
No domingo, 11, Nunes Marques derrubou o canal de WhatsApp "Exército de Lula". Horas mais tarde, o ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, corregedor-geral eleitoral, restituiu o canal. A questão pode ser levada ao plenário, mas ainda não há previsão de quando isso vai acontecer.
Nesta segunda-feira, 12, Nunes Marques determinou que uma análise do canal com "máxima urgência" pela área técnica do TSE. O setor informou ao ministro que não encontrou conteúdos falsos investigados pela Corte no canal "Exército do Lula", mas apontou riscos eleitorais.
O "Exército de Lula", que reúne mais de 3,7 milhões de usuários, é coordenado pelo deputado André Janones (Rede-MG), e foi acusado pela campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, de disseminar desinformação.
(Com Agência Estado)
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.









