"Sabemos que há uma polarização, mas eu tenho compromisso com o meu partido, com muitos apoiadores e, na minha vida, até hoje, vou fazer 62 anos agora em outubro, eu sempre levei tudo até o final", afirmou Zema, em entrevista ao canal Plox Brasil.
O candidato continuou: "Então, eu vou encerrar essa minha trajetória levando adiante as minhas propostas, os meus princípios, os valores e também do Partido Novo, que são totalmente diferentes de outros partidos".
Zema também defendeu o combate à corrupção como principal meta. "Não há no Brasil nenhum partido que combata tanto a corrupção, que hoje, com certeza, é o maior problema do Brasil. Então, irei até a reta final, e tenho certeza de que, no segundo turno, nós da direita estaremos todos juntos contra o PT", declarou.
O candidato classificou o PT como "o destruidor do Brasil" e disse que "nunca houve tanta corrupção em valores tão altos, numa esfera tão elevada, como nós estamos assistindo, inclusive no Supremo Tribunal Federal". O ex-governador reiterou: "Irei até o último minuto. (...) Nunca desisti de nada. Acho que sair de campo antes de o juiz apitar é meio esquisito".
Pesquisa Quaest divulgada na segunda-feira, 28, mostrou Zema com 1% das intenções de voto, mesmo porcentual da semana anterior. O candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 39%; Flávio tem 34%; Augusto Cury (Avante), 4%; Ronaldo Caiado (PSD), 4%; e Renan Santos (Missão), 3%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-06520/2026.
(Com Agência Estado)
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