O modelo aplica machine learning à estratificação de risco de pacientes, conectando ciência de dados à sustentabilidade do setor de saúde suplementar.
Segundo a empresa, o modelo é treinado com milhões de dados assistenciais anonimizados e é capaz de indicar quando e onde intervir antes que o paciente desenvolva a doença, gerando benefícios diretos para os pacientes e para a sustentabilidade do sistema.
O sistema foi desenvolvido na HEC Paris, uma das escolas de negócios mais prestigiadas do mundo, como dissertação de conclusão de mestrado do diretor-presidente da Hapvida, Luccas Adib.
(Com Agência Estado)
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.







