Segundo ele, Lula pode responder como o Brasil vai se colocar na nova ordem mundial, coisa que a oposição seria incapaz. Disse que o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, voltou a fazer trabalho de recuperar reservas internacionais e que o governo olha comercialmente para a Ásia, Europa e Estados Unidos para ter parcerias positivas.
"O Lula é meio insubstituível, porque eu vejo os adversários dele, são muito acanhadinhos, não tem uma visão do que está acontecendo no mundo. É aquela velha agenda, vender estatal e congelar salário mínimo", declarou.
O ministro afirmou que Lula está preocupado com o multilateralismo, não deixando que o Brasil seja anexado, mesmo que ideologicamente, a nenhum bloco mundial.
"O Lula está muito preocupado com a questão do multilateralismo e está fazendo com que o Brasil não seja anexado, nem mentalmente, a nenhum bloco. Soberania então vai ser ponto fundamental da campanha", disse.
Respondendo a perguntas de espectadores, Haddad afirmou que discorda de taxar transações financeiras, como foi defendido pelo ex-ministro Paulo Guedes, em um contexto sobre uma possível taxação do Pix.
Haddad ainda disse que não era para a população dar ouvidos a deputado "bandidinho" que fala mal da Polícia Federal, por exemplo.
"A Receita Federal, a Polícia Federal, o Ministério Público são órgãos de Estado, eles não servem ao governo, servem ao país. Se você quer ouvir um deputado bandidinho falando besteira na internet para enfraquecer a Polícia Federal, vai cometer um erro contra você", completou.
(Com Agência Estado)
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