O senador e presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ) reagiu ao vídeo do PT no qual a sigla tenta associá-lo ao Caso Master. A filmagem foi revelada com exclusividade pela coluna no domingo (26/4), após exibição no 8º congresso nacional do partido.
Em nota enviada à imprensa, o filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro classificou como “mentirosas e absurdas” a tentativa do PT de vincular o senador ao escândalo da instituição financeira criada pelo banqueiro Daniel Vorcaro.
“As acusações do Partido dos Trabalhadores (PT) são mentirosas e absurdas. A tentativa de vincular o senador Flávio Bolsonaro revela o desespero de quem vê a crise atingir o próprio governo. Flávio não tem qualquer relação com o banco Master e esse esquema de corrupção ocorrido em 2024, já no governo Lula”, diz a nota.
O texto segue dizendo que Lula deveria se preocupar em explicar por que seu ex-ministro da Justiça Ricardo Lewandowski recebeu R$ 6,5 milhões do Master e por que Guido Mantega, ex-ministro da Fazenda, recebeu R$ 1 milhão para levar Vorcaro até o petista.
“A tentativa de inverter responsabilidades não resiste a uma análise séria e não enganará a sociedade brasileira”, afirma o texto.
Vídeo do PT
Como noticiou a coluna, o vídeo com ataques a Flávio foi apresentado aos petistas pelo publicitário Raul Rabelo, que comandará o marketing da campanha à reeleição de Lula. As peças associam Flávio à corrupção e ao rumoroso escândalo do Caso Master.
Em um dos vídeos exibidos à militância, o PT diz que Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, conseguiu autorização para abrir a instituição no governo Bolsonaro. À época, o Banco Central era presidido por Roberto Campos Neto.
O filme continua dizendo que Fabiano Zettel, cunhado e sócio de Vorcaro, doou para a campanha de Jair Bolsonaro e do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). Ele termina com o slogan: Banco Master é Bolso Master.
Leia a nota de Flávio na íntegra:
As acusações do Partido dos Trabalhadores (PT) são mentirosas e absurdas. A tentativa de vincular o senador Flávio Bolsonaro revela o desespero de quem vê a crise atingir o próprio governo. Flávio não tem qualquer relação com o banco Master e esse esquema de corrupção ocorrido em 2024, já no governo Lula.
O PT, marcado por sucessivos escândalos ao longo de sua trajetória no poder, recorre à criação de mentiras frágeis para tentar atingir adversários e desviar a atenção. Eles seguem os ensinamentos imorais de Lenin, acusando os outros do que eles fazem. Não conseguirão.
Lula deveria estar preocupado em explicar porque seu ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, recebeu R$ 6,5 milhões do Master. Ou porque Guido Mantega, ex-ministro da fazenda, recebeu R$ 1 milhão para levar o dono do Master a uma reunião com ele próprio, Lula.
A tentativa de inverter responsabilidades não resiste a uma análise séria e não enganará a sociedade brasileira.
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