"Ele está achando que o pobre é aquele otário. Não é. O povo pobre é esperto. O povo pobre quer trabalhar, o pobre quer oportunidade, não quer migalha", declarou.
Flávio também criticou o preço dos alimentos nos supermercados e afirmou que o poder de compra era maior na gestão do seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). "R$ 600 não dá mais para encher o carrinho como dava lá atrás com o presidente Bolsonaro", disse o candidato do PL, apesar de o governo sustentar que recuperou o poder de compra.
"Lula dá com uma mão e rouba com os nove dedos", afirmou, em referência ao petista não ter o dedo mínimo da mão esquerda. A perda ocorreu em 1964, devido a um acidente de trabalho quando Lula era torneiro mecânico. "Ele finge que está ajudando os pobres, mas ele gasta muito, aumenta a inflação, está tudo caro para caramba, e os R$ 600 não compram mais nada hoje", acrescentou Flávio.
Lula anunciou o reajuste de 15% no Bolsa Família na quinta-feira, 17, às vésperas do primeiro turno da eleição, em 4 de outubro. Apesar de criticado por Flávio, o candidato do PT repetiu o que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) fez em 2022. Na época, Bolsonaro anunciou o reajuste do Auxílio Brasil em julho de 2022, antecedência maior do que a de Lula. Por outro lado, o aumento foi maior, de R$ 400 para R$ 600.
(Com Agência Estado)
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