"Ele não vai ser meu chanceler. O Eduardo é um perseguido político, que está lá fora denunciando as arbitrariedades que existem aqui no Brasil. Um dia, a história ainda vai reconhecê-lo como alguém que se sacrificou para defender a democracia", declarou.
Desde fevereiro de 2025, Eduardo mora nos EUA e promove articulações entre bolsonaristas e a Casa Branca, o que foi julgado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) como coação no curso do processo na tentativa de golpe de Estado, com condenação de quatro anos e dois meses de prisão.
Segundo apurou o Broadacast Político, apesar da negativa de Flávio sobre o comando do Itamaraty, está sendo negociado nos bastidores o envio de Eduardo para a liderança de uma embaixada.
(Com Agência Estado)
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