Sem citar nominalmente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o candidato fez referência à declaração de Lula de "que o agro deveria se ajoelhar a ele".
O senador afirmou ainda que, se eleito, a FPA sempre será ouvida para qualquer tomada de decisão na área da agricultura, em relação aos projetos de lei e pautas.
Questionado se a FPA indicará, caso seja eleito, o ministro da Agricultura, como fez no governo do pai, Flávio Bolsonaro respondeu que "vai".
Entre as pautas com as quais se comprometeu com a bancada agropecuária, a maior e mais influente do Congresso Nacional, Flávio Bolsonaro citou ação em práticas de dumping quando forem identificadas, como no setor do leite. "O governo vai fazer a sua parte, não para fazer protecionismo, mas para fazer justiça aos produtores", comentou.
Flávio Bolsonaro citou ainda o elevado endividamento do campo. "Com o governo que a gente pretende fazer com muita austeridade, com muita previsibilidade, segurança, corte de despesas e aumento em novas receitas, vamos conseguir amparar e dar previsibilidade para que o financiamento para o setor produtivo ocorra da forma como vinha acontecendo no governo do presidente Bolsonaro com juros menores, previsibilidade e longo prazo", apontou.
(Com Agência Estado)
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