"Conjunturas se alternam, gerações se sucedem, os desafios mudam de roupagem. O Tribunal é maior do que tudo e do que todos, e ele permanecerá", afirmou Fachin.
O ministro também disse que os servidores do Supremo "permaneceram vigilantes" em relação à preservação da democracia. "A vigilância de que falo raramente ocupa manchetes. Ela mora no processo bem instruído, no voto cuidadosamente revisado, no atendimento paciente a quem busca a Justiça, na sessão que começa na hora, na informação que chega com clareza à população."
Fachin também relembrou a atuação da Corte no julgamento sobre a tentativa de golpe de Estado em 8 de janeiro de 2023 e citou todos os ministros do Tribunal em homenagem à "contribuição institucional" de cada um. Em seguida, o presidente do Supremo ressaltou que "nenhuma pretensão de poder pode prevalecer sobre a soberania popular, a ordem constitucional e a democracia".
(Com Agência Estado)
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