"A gente nunca subestima nossos adversários. Mas estamos confiantes de que teremos a vitória", declarou Eduardo.
O ex-parlamentar não votou porque está com os direitos políticos suspensos após condenação pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Em junho deste ano, Eduardo foi condenado a quatro anos e dois meses de prisão por coação no curso do processo, em razão de sua atuação para articular sanções dos Estados Unidos contra autoridades brasileiras e pressionar a Corte durante o julgamento de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A condenação se tornou definitiva em outubro, quando o ministro Alexandre de Moraes determinou a expedição de um mandado de prisão contra ele.
Eduardo vive nos Estados Unidos desde 2025, quando deixou o Brasil e passou a atuar junto a autoridades norte-americanas em defesa de sanções contra integrantes do STF. Ele também perdeu o mandato de deputado federal por excesso de faltas às sessões da Câmara.
(Com Agência Estado)
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