"É preciso que se compreenda mais e mais que não há democracia sem ética, sem o rigor na aplicação dos princípios constitucionais, da moralidade administrativa, da moralidade eleitoral, da impessoalidade no tratamento da coisa pública. É preciso mais e mais que nós tenhamos uma democracia nesta república de tão poucos repúblicos como temos tido", disse a ministra.
Castro renunciou ao cargo na última segunda-feira, 23. Ele pretendia disputar uma vaga no Senado pelo Rio de Janeiro.
Segundo a acusação, a Fundação Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos (Ceperj) e a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) teriam sido utilizadas para criar mais de 27 mil cargos irregulares comissionados para empregar cabos eleitorais e favorecer a reeleição do governador em 2022.
(Com Agência Estado)
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