"Você não pode admitir os penduricalhos que vêm junto com decisões outras, que passam a contaminar desde o governo federal até o governo municipal", afirmou Caiado. Segundo ele, a reforma deve combinar responsabilidade dos servidores com critérios de mérito e possibilidade de melhoria salarial para quem tiver bom desempenho.
"É isso que a sociedade espera, ou seja, cortes substantivos nesses gastos excessivos e dando ao bom servidor a possibilidade real de ter cada vez mais mérito na sua função e, com isso, também o acréscimo da sua melhoria salarial", disse.
Zema afirmou que a reforma administrativa deveria estar entre as primeiras mudanças de um governo e defendeu uma estrutura mais enxuta. "Temos 38 ministérios. Acho que não tem nenhum outro país que tem essa quantidade de ministérios", afirmou. Para o candidato, quem ocupa o serviço público deve ter "vocação" para servir. "Está lá para, como o nome diz, servir e não se servir da estrutura."
Caiado e Zema são os únicos dos seis convidados presentes no debate desta quarta-feira. Augusto Cury (Avante) cancelou a participação para viajar a Belo Horizonte e comparecer ao velório do empresário Bruno Avelar, enquanto Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Flávio Bolsonaro (PL) e Renan Santos (Missão) também não participam.
(Com Agência Estado)
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