Para o ex-governador de Goiás o setor rural enfrenta atualmente uma das suas maiores adversidades. "Hoje passou a ser referência no mundo em produtividade, mas, em renda, infelizmente, o produtor rural tem perdido muito e não tem tido aquilo que tanto deseja, que é poder ter uma economia estável para continuar produzindo", acrescentou o candidato.
Caso eleito, afirmou que irá implantar "políticas estruturantes" ao País. "O Brasil produzia 60 milhões de toneladas de grãos e hoje produz 350 milhões de toneladas. No entanto, a parte do Estado, do governo, não avançou: logística, armazenagem, condições de insumos para o setor e linhas de crédito compatíveis com o resultado final", comparou.
Questionado sobre as prioridades do seu eventual governo ao agronegócio, Caiado disse que "chamaria todas as entidades ligadas ao setor" para demonstrar a realidade do Brasil.
(Com Agência Estado)
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