Segundo as mensagens, a indústria teria passado a utilizar "produtos químicos tóxicos" autorizados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A alegação, no entanto, não tem qualquer comprovação.
A Anvisa esclarece que a informação é falsa. Em nota, a agência afirma que não houve mudanças na composição do café comercializado no Brasil nem alterações nas regras que definem quais ingredientes podem ser utilizados na produção da bebida.
O que diz a Anvisa
De acordo com a Anvisa, continua em vigor a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº 716/2022, que estabelece os requisitos sanitários, os padrões de qualidade e a composição do café vendido no País.
A norma também não sofreu alterações em relação aos aditivos permitidos. Atualmente, apenas quatro tipos podem ser utilizados: três acidulantes, que aumentam a acidez ou conferem sabor ácido, e um aromatizante natural ou idêntico ao natural, empregado para intensificar o aroma e o sabor.
A agência informa ainda que mantém um painel público para consulta dos aditivos autorizados em alimentos comercializados no Brasil.
Os reais impactos do café
Estudos recentes têm associado o consumo moderado de café a diferentes benefícios para a saúde. Pesquisas apontam que quem consome entre uma e três xícaras por dia pode ter maior chance de envelhecer com boa saúde, enquanto outros estudos relacionam o hábito à redução do risco de doenças cardiovasculares.
Os especialistas ressaltam, no entanto, que esses resultados não significam que o café, por si só, tenha capacidade de prevenir doenças. Os benefícios estão associados ao consumo moderado, dentro de um estilo de vida saudável, e podem ser comprometidos pelo excesso de açúcar ou pela ingestão exagerada da bebida.
(Com Agência Estado)
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.








