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Brasil Quarta-feira, 25 de Março de 2026, 18:30 - A | A

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Quarta-feira, 25 de Março de 2026, 18h:30 - A | A

Após cassação e convite do PP, Valdemar diz que Castro permanece candidato do PL ao Senado

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

Horas depois de o presidente nacional do Progressistas (PP), o senador Ciro Nogueira (PI), convidar Cláudio Castro a se filiar à sigla, o Partido Liberal (PL) reagiu e reafirmou o ex-governador do Rio de Janeiro como seu candidato ao Senado pelo Estado.

Em publicação feita no X nesta quarta-feira, 25, o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, declarou apoio irrestrito ao político e afirmou que a legenda atuará para reverter a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que cassou seu diploma e o declarou inelegível até 2030.

"O Partido Liberal manifesta seu firme e irrestrito apoio ao agora ex-governador Cláudio Castro, reafirmando plena confiança em sua trajetória pública e na correção de seus atos", escreveu Costa Neto. Ele acrescentou que Castro "não só ficará elegível, como será eleito".

A publicação veio cerca de duas horas e meia depois de Ciro Nogueira afirmar, conforme informou o Estadão, que convidou Castro para o PP e que o partido está "de portas abertas" para recebê-lo. O senador defendeu o aliado e também disse acreditar na reversão da condenação. "Sabemos da sua integridade e acreditamos que a justiça irá prevalecer, trazendo-o de volta ao cenário eleitoral", declarou.

Ambas as manifestações ocorreram um dia após o TSE condenar Castro, por 5 votos a 2, por uso irregular de contratos temporários na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e na Fundação Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro (Ceperj) para pagamento de cabos eleitorais. A decisão, proferida na terça-feira, 24, também condenou o deputado estadual e presidente afastado da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Rodrigo Bacellar (União-RJ), e o ex-presidente da Ceperj, Gabriel Rodrigues Lopes.

Castro havia renunciado ao governo do estado na segunda-feira, 23, com a declaração de que disputaria uma vaga no Senado. A condenação, no entanto, inviabilizou o plano ao torná-lo inelegível pelos próximos anos.

(Com Agência Estado)

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