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Artigos Terça-feira, 04 de Outubro de 2016, 09:15 - A | A

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Terça-feira, 04 de Outubro de 2016, 09h:15 - A | A

Analgésicos podem aumentar risco de arritmia cardíaca

Problemas ocorrem quando seu uso é indiscriminado e abusivo

JOSÉ SILVEIRA LAGE

 

Assessoria

José Silveira Lage

 

Um costume de praticamente 90% das pessoas no Brasil é tomar um analgésico ou anti-inflamatório em caso de uma dor qualquer. Mas o consumo em excesso e sem acompanhamento médico pode aumentar o risco de ser acometido por uma arritmia cardíaca ou morte súbita.

 

Essa constatação foi feita por um  estudo europeu, realizado na Erasmus University Medical Center in Rotterdam, na Holanda, e publicado no BMJ Open, importante publicação científica internacional, em que foram submetidos mais de 8 mil pacientes ao uso contínuo de analgésicos. A pesquisa  revelou risco de fibrilação atrial, o tipo mais comum de arritmia, além de sugerir que esse risco aumente em até 80%.

 

Hoje, a fibrilação atrial atinge 2,5% da população mundial e, conforme a idade avança, o problema pode afetar até 10% das pessoas com idade a partir de 70 anos, faixa etária em que mais se usam os anti-inflamatórios e sem prescrição médica, abusando da medicação.

 

Sabemos que os  analgésicos são medicações muito importantes e seguras, desde que ministradas de forma responsável e com indicação médica. Problemas ocorrem quando seu uso é indiscriminado e abusivo e ainda sem informar o médico e mais grave fica com a idade mais avançada.

 

Por isso é importante passar por consultas constantes com um cardiologista e informar quais as medicações faz uso e por quanto tempo para que o médico possa avaliar os riscos.

 

*JOSÉ SILVEIRA LAGE é cardiologista arritmologista e eletrofisiologista da Cardioritmo em Cuiabá

Os artigos assinados são de responsabilidade dos autores e não refletem necessariamente a opinião do site de notícias www.hnt.com.br

 

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