Ao todo, o músico latino recebeu US$ 1.000 (cerca de R$ 5.193 na cotação atual) pelos 13 minutos de apresentação no maior evento esportivo dos Estados Unidos. O valor é equivalente ao cachê mínimo estabelecido pelo Screen Actors Guild-American Federation of Television and Radio Artists (SAG-AFTRA) - sindicado estadunidense de atores, músicos e profissionais de mídia.
A NFL, órgão responsável pela liga de futebol americana, tem como política pagar apenas o valor base estipulado pelo sindicato aos artistas que se apresentam no Super Bowl. A liga, no entanto, cobre todos os custos milionários envolvendo a estrutura do espetáculo.
Apesar do pagamento ser irrisório para os padrões das grandes estrelas da música mundial, a audiência e o engajamento do evento mais do que compensam. No caso de Bad Bunny, por exemplo, as reproduções das músicas do cantor porto-riquenho aumentaram em 210% no Spotify global após sua apresentação no Show do Intervalo.
No ano passado, a canção Not Like Us teve um aumento de 430% nas três horas seguintes à apresentação de Kendrick Lamar no intervalo, segundo dados do Spotify. Já em 2024, após sua apresentação, o catálogo de Usher registrou um salto de 550% em reproduções no Spotify.
(Com Agência Estado)
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