Sábado, 04 de Abril de 2026
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

00:00:00

image
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png

00:00:00

image
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

Variedades Sábado, 04 de Abril de 2026, 10:30 - A | A

facebook instagram twitter youtube whatsapp

Sábado, 04 de Abril de 2026, 10h:30 - A | A

NYT indica filme brasileiro 'o Filho de mil Homens': 'Drama arrebatador'

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

O jornal americano The New York Times indicou a seus leitores 5 filmes estrangeiros para assistir no streaming. Um deles é O Filho de Mil Homens.

O longa de Daniel Rezende e que conta com Rodrigo Santoro como protagonista é uma adaptação do romance homônimo do escritor português Valter Hugo Mãe. O Filho de Mil Homens estreou nos cinemas brasileiros em 2025 e está disponível na Netflix.

Os outros filmes da lista de Devika Girish, crítica de cinema, editora do Film Comment e que assina as indicações de filmes estrangeiros do NYT, são: Bad Girl, da indiana Varsha Bharath; A República dos Gafanhotos, de Daniel McCabe; Um Dia Nossos Segredos Serão Revelados (Prime Video), da alemã de origem franco-iraniana Emily Atef; e 53 Domingos (Netflix), do espanhol Cesc Gay.

O que o NYT disse sobre 'O Filho de Mil Homens'

Traçando as histórias entrelaçadas de cinco personagens em uma vila costeira no Brasil, o drama arrebatador de Daniel Rezende entrega realismo social sob a forma etérea de uma fábula. O filme começa com Crisóstomo (Rodrigo Santoro), um pescador solitário e isolado que sonha em ter um filho. Em seguida, conhecemos Camilo (Miguel Martines), um menino órfão; Francisca (Juliana Caldas), uma mulher com nanismo que enfrenta uma gravidez difícil; Isaura (Rebeca Jamir), que é violada por um homem e depois forçada ao casamento; e Antonino (Johnny Massaro), um homem gay cuja mãe católica reza incessantemente para que ele mude, sobrecarregando-o com a culpa.

Cada personagem busca aceitação e a vê negada, até que todos se cruzam e o destino revela seus planos: algumas famílias são construídas e escolhidas, em vez de herdadas pelo sangue. Com um design de produção minimalista e vibrante que evoca um outro mundo mítico, diálogos poéticos e personagens que equilibram o arquetípico com o humano, Rezende eleva esta história sobre a intolerância - e o amor que a transcende - a algo cósmico, como um conto de fadas atemporal.


(Com Agência Estado)

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM  e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.

Comente esta notícia

Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros