A briga envolvendo o irmão de Luciana Gimenez, Marco Antonio Gimenez, e a mãe, Vera Gimenez, que terminou na delegacia no Rio de Janeiro, ganhou novos detalhes de bastidores. O caso veio à tona após o ator ser conduzido à 10ª Delegacia de Polícia, em Botafogo, na zona sul da cidade, depois de um desentendimento dentro do apartamento onde mora com a matriarca.
Segundo informações descobertas pela coluna Fábia Oliveira, a confusão começou quando Marco Antonio chegou em casa após sair para uma festa. Fontes relatam que o ator teria chegado embriagado e acompanhado de uma mulher, o que teria irritado Vera Gimenez.
A situação rapidamente escalou e teria provocado um grande bate-boca dentro do imóvel. Ainda de acordo com relatos obtidos pela coluna, a discussão se transformou em um verdadeiro escândalo. Alterado, Marco Antonio teria começado a quebrar objetos dentro do apartamento. Entre os danos, ele teria arrancado a porta da geladeira durante o momento de fúria.
O clima ficou ainda mais tenso quando o irmão de Luciana Gimenez teria partido na direção da mãe segurando um saca-rolhas. Nesse momento, um dos cachorros de Vera Gimenez teria avançado contra ele, o que deu tempo para que a atriz conseguisse se afastar e sair da situação.
Com os gritos e o tumulto, vizinhos acionaram a polícia. Policiais foram até o local e conduziram Marco Antonio à delegacia para prestar esclarecimentos sobre o ocorrido. No Termo de Declaração do ator, obtido com exclusividade pela coluna, consta que ele não quis falar sobre o episódio, se reservando ao direito de se manifestar apenas em juízo.
Advogado falou sobre o caso
Após a repercussão do caso, o advogado Sylvio Guerra, que representa o ator e foi acionado por Luciana Gimenez, se manifestou nas redes sociais sobre o episódio. Segundo ele, nem toda condução à delegacia resulta em processo judicial e, em muitos casos, o melhor caminho é a mediação.
“A presença na Delegacia de Polícia nem sempre resulta em processo judicial. Muitas vezes, o melhor caminho jurídico é a mediação e o restabelecimento do diálogo. Acompanhei hoje um caso familiar que, felizmente, foi apaziguado de forma técnica e rápida, preservando a relação entre mãe e filho”, escreveu.
O advogado também destacou que a atuação jurídica rápida foi fundamental para garantir os direitos das partes e buscar uma solução consensual para o conflito.
“A justiça também se faz na resolução consensual de conflitos. Situações de estresse no ambiente policial exigem técnica e calma. Em casos de conflitos familiares, a atuação jurídica ágil no momento da condução é crucial para garantir os direitos das partes e buscar o arquivamento ou a conciliação logo no início. Mesmo nos dias mais difíceis, o amor e o diálogo são nossos abrigos. Paz para todos”, concluiu.
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