O promotor Mauro Zaque, candidato ao cargo de procurador-geral de Justiça, afirma que sua candidatura não é de oposição a atual gestão, a entidade é comandada por Paulo Prado. Segundo ele, seu projeto é a união de forças contra um modelo administrativo que considera saturado.
Zaque se articula para ser o principal nome para concorrer contra Prado, que já comanda o Ministério Público do Estado por três gestões e viu, neste ano, o órgão sendo alvo da operação Ararath da Polícia Federal e do Ministério Público Federal (MPF) que apura crimes financeiros.
Para Zaque, a atual administração teve a sua importância, destaca que Prado avançou muito na construção de estrutura física/predial do Ministério Público. Mas, segundo ele, agora a sociedade pede um novo foco do MPE.
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Ressalta que colocou sua candidatura para ser de opinião, para que a classe, possa fazer parte do debate institucional. Afirma que é necessário apresentar o novo ao MPE, porque hoje, internamente, há um clamor por mudanças.
Para ele, essas mudanças precisam vir atreladas ao planejamento na instituição. Lembra que ao longo do tempo, o planejamento interno que existia no MPE acabou sendo perdido e hoje há necessidade de se fazer o resgate deste planejamento e aliar isso a aproximação com a sociedade.
ORÇAMENTO
Zaque resiste a proposta do governador eleito Pedro Taques (PDT) em reduzir os repasses de duodécimos aos Poderes e instituições. Para o promotor, o senador já demonstrou sua luta contra a corrupção e por isso não deve cortar recursos do MPE, haja visto que já são escassos, tendo em vista outros repasses feitos pelo Estado.
Além de Zaque e Prado, também são candidatos a vaga de procurador-geral de justiça, o procurador Edmilson Pereira, da procuradoria de Defesa da Cidadania e o promotor Vinícius Gahyva, da 13ª Promotoria Criminal de Cuiabá.
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