A tenente coronel da Polícia Militar, Rúbia Fernanda, disse que se manteve neutra no segundo turno das eleições em Cuiabá para não influenciar seus eleitores. Sem citar nomes, a militar e ex-candidata ao Senado, disse que um dos nomes à Prefeitura de Cuiabá tem "um problema" e o outro está em um partido que ela "não suporta".
"Na segunda fase, ficou meio complicado escolher um lado porque um tem um problema e o outro está em um partido que eu não suporto. Então a gente tem que ficar neutro e não fazer com que as pessoas sejam induzidas pela escolha da gente", disse ao comparecer em seu local de votação neste domingo (29).
A coronel foi a segunda mais votada nas eleições suplementares realizadas há duas semanas, no dia 25, mas perdeu o cargo para Carlos Fávaro (PSD). Na ocasião, mesmo não sendo filiada, Fernanda concorreu à cadeira de senadora pelo Patriota e apoiou o candidato do partido à prefeitura da Capital, Roberto França.
Derrotados nas urnas, França e seus correligionários optaram por declarar apoio a Abílio Júnior (Podemos) alegando coerência e combate à corrupção. A coronel, no entanto, não seguiu os ex-companheiros e manteve a neutralidade.
Durante conversa com a imprensa, Fernanda ainda revelou que agora poderá se filiar a algum partido sob orientação do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), seu principal apoiador na campanha de 2020.
"O presidente falou que a gente vai estar no projeto de 2022 e nós estamos trabalhando. Já recebi convites de vários partidos e estou aguardando para definir", disse.
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