Na reta final de campanha, o senador Pedro Taques (PDT) esteve neste final de semana nas cidades de Nova Mutum e Lucas do Rio Verde, onde participou de carreatas, conversou com a população e pediu apoio para o projeto de mudança para Mato Grosso.
O pedetista estava acompanhado do candidato a vice-governador, Carlos Fávaro, que é de Lucas do Rio Verde, e também do candidato ao Senado Rogério Salles. Também participaram dos eventos os prefeitos de Lucas, Otaviano Pivetta (PDT), que é o coordenador-geral da campanha de Taques, e o prefeito de Nova Mutum, Adriano Pivetta (PDT).
Pedro Taques afirmou que tem sido alvo de constante de ataques feitos pelo candidato ao governo do PT, o ex-vereador Lúdio Cabral, representante do atual governo de Silval Barbosa (PMDB), e que tal atitude demonstraria desespero do grupo político da situação.
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O candidato também avaliou que essa série de ataques contra ele e sua família, em especial contra a esposa dele, Samira Martins, denota o “medo” que grupo tem de que Pedro Taques chegue ao governo. “Esse desespero todo, com ataques constantes contra mim e contra minha família, é porque o grupo que está no poder, representado hoje pelo candidato do PT, morre de medo de que eu chegue lá e destampe a panela da corrupção que assola nosso estado”, afirmou.
EXEMPLO
Ex-procurador da República, Taques afirmou que decidiu entrar para política depois de uma visita que fez a Lucas do Rio Verde e viu que era possível transformar a vida do cidadão com a prestação de serviços de qualidade e de forma correta.
Para o pedetista, a cidade de Lucas de Rio Verde deve servir como exemplo e ter o modelo de distribuição e oferta de serviços copiado. “Aqui é possível ver que podemos fazer política pensando em servir ao cidadão. Lucas é um exemplo e temos que levar esse modelo de desenvolvimento social para as demais cidades de Mato Grosso. Lucas tem um dos melhores Índices de Desenvolvimento Humano do Brasil e serve de modelo não só para Mato Grosso, mas para o país”, afirmou.
Pivetta, que está licenciado da prefeitura, e comanda hoje a coordenação-geral da campanha de Taques, explicou que tomou essa decisão de se afastar dois meses da prefeitura para ajudar não só Lucas, mas todo o estado. Segundo ele, o estado precisa urgente de uma nova administração honesta, competente e eficiente.
“Não fizeram nada por nosso estado e não vão fazer agora. Faço parte da campanha de Pedro Taques por nosso estado e também por nossa cidade, que é penalizada pela falta de compromisso do atual governo que não cumpre suas obrigações. Nós temos que fazer aqui o trabalho que eles não fazem. Não só por Lucas, mas por todo Mato Grosso, isso precisa mudar”, afirmou Pivetta.
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Carlos Nunes 29/09/2014
O Brasil espera que o novo presidente da república e o novo governador façam uma AUDITORIA PRELIMINAR séria nas principais atividades do velho governo, principalmente àquelas que mexeram mais com DINHEIRO PÚBLICO. A nível nacional, a Petrobrás, por exemplo, precisa ser "administrativamente" FECHADA PARA BALANÇO, para ver de fato Quanto é que meteram a mão para pagar propinas; a nivel estadual, as obras da Copa, a Arena Pantanal, o VLT precisam ser investigados tintin por tintin, para saber o que aconteceu com o dinheiro. O caso do VLT, então, precisa ser analisado com uma lupa, Quanto já gastaram e Quanto vão gastar ainda mais. Um Doutor da UFMT já disse que o custo do VLT (bem feito é claro) superará os 3,5 BILHÕES DE REAIS; e um jornal da Capital falou que chegará aos 7 BILHÕES DE REIAS - também a cidade será aberta DE PONTA A PONTA, e vão construir mais de 40 ESTAÇÕES DO VLT. Abrir uma cidade DE PONTA A PONTA deve ser muito caro; o novo governador tem que tomar cuidado, pois depois de aberta a cidade, o que precisar gastar,vai ter que gastar. Se precisar de 5 BILHÕES DE REAIS, terá que ser os 5 BI, e assim por diante. Espero que o Pedro Taques faça a AUDITORIA NECESSÁRIA, e não depois que ganhar, faça conchavos para dificultar essa Auditoria. Dizem que o Blairo Maggi, assim que assumiu...fez a Auditoria do governo do Dante, para ir atrás da caixa preta do governo; e teria dito, no velório do Dante, para a viúva que...depois de fuçar bastante, não descobriu nenhuma irregularidade. O Blairo Maggi agiu corretamente - tinha que fazer Auditoria sim. Senão depois aparece alguma irregularidade séria...é o novo governador vai dizer que NÃO SABIA DE NADA, e nem procurou saber?
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