Segunda-feira, 24 de Junho de 2024
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png
dolar R$ 5,42
euro R$ 5,81
libra R$ 5,81

00:00:00

image
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png

00:00:00

image
dolar R$ 5,42
euro R$ 5,81
libra R$ 5,81

Política Segunda-feira, 03 de Dezembro de 2018, 14:24 - A | A

facebook instagram twitter youtube whatsapp

Segunda-feira, 03 de Dezembro de 2018, 14h:24 - A | A

PODE SAIR PELA CULATRA

Presidente da Fiemt afirma que taxar agro pode afetar competitividade

LEONARDO HEITOR

O ex-secretário de Estado de Fazenda (Sefaz), Gustavo Oliveira, tomou posse como presidente da Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso (Fiemt) na última semana. Na ocasião, ele comentou sobre a possível taxação do agronegócio no estado e disse que a medida pode ser perigosa.

 

Alan Cosme/HiperNoticias

gustavo oliveira

Gustavo Oliveira diz que taxar agro pode impactar nas exportações

Gustavo Oliveira destacou que o agronegócio é responsável por uma grande parcela da economia de Mato Grosso. O novo presidente da Fiemt, no entanto, explicou que uma possível taxação do setor pode resultar na falta de competitividade das commodities em relação ao mercado externo. Ele ainda criticou o modelo tributário brasileiro.

 

“O sistema tributário brasileiro foi construído de uma maneira muito complexa e hoje é uma verdadeira colcha de retalhos. Há quem chame o país de manicômio tributário. Mexer só em um aspecto não resolve. Só onerar a exportação se corre o risco de não se exportar, pois ela não será competitiva”, afirma Oliveira.

 

Para o novo presidente da Fiemt, não basta apenas o Governo do Estado cobrar o agronegócio ou qualquer outro setor. Gustavo Oliveira apontou que é preciso que o Executivo invista em melhorias em diversos setores, para garantir que os impostos retornem em uma competitividade maior para os empresários.

 

“Se for alterar questões tributárias, principalmente as relacionadas a exportação, é preciso garantir que o empresário tenha esse imposto de volta em termos de melhoria de competitividade, como melhor infraestrutura, desoneração do investimento no país. É isso que precisamos tratar. Não somos contra nenhuma proposta de ajuste, mas elas precisam ser bem calculadas. Qualquer mudança tem um grande impacto geral”, comentou.

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER e acompanhe as notícias em primeira mão.

Comente esta notícia

Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros