As informações publicadas pelo HiperNoticias sobre a realização de uma coletiva de imprensa convocada pelo deputado estadual José Riva (PSD), candidato a governador de Mato Grosso, nas dependências da Assembleia Legislativa para anunciar o seu vice, o médico Aray Fonseca, na sexta-feira (27), em que o ato se transformou em manifestação pró-candidato, foram juntadas ao procedimento da Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) que apura a regularidade da convenção e escolha dos candidatos do PSD. As informações foram repassadas pela assessoria do Ministério Público Federal (MPF).
A coletiva de imprensa reuniu dezenas de funcionários da AL, em horário de trabalho, portando crachás funcionais no auditório Milton Figueiredo que ao perceberem que estavam sendo fotografados por repórteres foram orientados a retirá-los imediatamente.
Conforme já informou o HiperNoticias, o fato pode incorrer em crime eleitoral contra a candidatura de José Riva. A Lei Eleitoral veda condutas semelhantes, de acordo com o artigo 73 da Lei nº 9.504/97, é vedado “ceder ou usar, em prol de candidato, bens móveis ou imóveis públicos empregados na realização ou prestação de serviço público”.
Na ocasião, Riva se defendeu e disse que não convocou os funcionários. “Eu marquei uma coletiva, eu não fiz convite nenhum, vem aqui quem quiser, o local é público isso é um ato normal e tenho certeza que todos os partidos farão isso”, disse.
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