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Política Domingo, 05 de Outubro de 2014, 14:42 - A | A

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Domingo, 05 de Outubro de 2014, 14h:42 - A | A

CRIME ELEITORAL

Polícia Civil apreende 376 vales combustível em Vila Rica

DA REDAÇÃO


A Polícia Judiciária Civil cumpriu cinco mandados de busca e apreensão referentes à crimes eleitorais resultando na apreensão de 376 vales combustíveis em Vila Rica (1.259km a nordeste). Os mandados foram expedidos pela 16ª Zona Eleitoral.

Ascom/Polícia Civil


Durante as buscas realizadas nesta sexta-feira (03.10), inicialmente foi apreendido um bloco contendo 50 vale combustível na residência de um dos integrantes do comitê do candidato a deputado estadual Dilmar Dalbosco. Em continuidade às diligências, mais 227 requisições de abastecimento foram apreendidas no Auto Posto Vila Rica.

No início da semana, terça-feira (30.09), em cumprimento a outro mandado de busca e apreensão, 99 vales combustível foram apreendidos na casa do presidente do diretório de Vila Rica do Partido Social Democrático (PSD).

Nas duas situações foram instaurados inquéritos policiais para apurar a ocorrência dos crimes eleitorais e comunicado à Justiça Eleitoral.

Participaram das diligências os investigadores de polícia Edenir Paulista, Neide Dalva, Flávio Ornellas, Dhiego Ribas e Augusto Magri, sob a coordenação do Delegado de Polícia de Vila Rica Gutemberg de Lucena Almeida.

OUTRO CASO
A importância de R$ 90 mil foi apreendida na cidade de Colíder (650km ao Norte), após verificação de denúncia anônima, na sexta-feira (03). Uma servidora do Tribunal Regional Eleitoral registrou a denúncia informando que uma pessoa iria sacar quantia vultuosa de dinheiro em determinada agência bancária. Segundo o comunicante, o dinheiro seria utilizado para compra de votos.

Um oficial de justiça, designado pela Justiça Eleitoral, e uma equipe policial diligenciaram até o local denunciado e abordaram o funcionário de uma empresa, no momento em que este sacou R$ 90 mil. Na Delegacia, o suspeito afirmou que o dinheiro seria destinado para compra de ouro na cidade de Peixoto de Azevedo.

O delegado de Colíder, Fabiano Pitoscia, informou que não ficou comprado que o dinheiro seria usado para prática de crimes eleitorais. Segundo o delegado, empresário foi ouvido na Delegacia e apresentou extratos bancários e documentação de sua empresa com sede em Peixoto de Azevedo.

Por cautela, o dinheiro foi depositado na conta da Justiça Eleitoral, até que se comprove a origem.

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