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Política Quarta-feira, 25 de Março de 2026, 15:50 - A | A

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Quarta-feira, 25 de Março de 2026, 15h:50 - A | A

PRÉ-CANDIDATO

Pivetta comemora domiciliar, mas evita cravar apoio à família Bolsonaro em 2026

Pré-candidato ao Governo do Estado defende superação de extremismos no Brasil

BIANCA MORTELARO
Da redação

O vice-governador do Estado, Otaviano Pivetta (UB), comemorou a prisão domiciliar concedida ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Em coletiva de imprensa nesta quarta-feira (25), Pivetta afirmou que a medida é a mais adequada para preservar a saúde do "capitão". Apesar do entusiasmo, o vice-governador evitou declarar apoio à família do ex-presidente nas eleições. 

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“Eu fiquei muito feliz com a notícia ontem de que o ex-presidente Jair Bolsonaro vai para casa. É o lugar que ele precisaria estar, precisa estar para preservar a sua saúde e também poder viver de acordo com a vontade dele, que é imperiosa”, declarou o pré-candidato ao governo do Estado.

Embora tenha demonstrado entusiasmo com a "vitória" de Bolsonaro, Pivetta, que é pré-candidato ao governo do Estado, não cravou apoio à família em 2026.

Otaviano tentou conquistar espaço junto à família e chegou a fazer aparições em eventos ao lado da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, além de manter contato com o presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto. No entanto, a aproximação foi barrada pelo projeto do senador Wellington Fagundes, quadro histórico do PL em MT e pré-candidato ao Paiaguás. Agora, questionado sobre o apoio aos Bolsonaros nas eleições, Pivetta adotou tom contido. 

“Eu não posso falar isso, porque eu não tenho certeza. Então, vamos aguardar o passar dos dias e vamos tirar nossas conclusões ao longo do próximo período”, afirmou.

Quando indagado se o cenário em Mato Grosso poderia mudar com a prisão domiciliar de Bolsonaro, Pivetta manifestou o desejo de que o Brasil "vire essa página do ódio" e dos "extremismos", buscando um tempo de paz e união para prosperar e construir o país.

“O Brasil tem que virar essa página do ódio, virar essa página aí dos extremismos e começarmos a viver um tempo de paz, um tempo de união, minimamente união para poder prosperar, para poder construir o Brasil que todos os brasileiros sonham”, finalizou.

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