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Política Quinta-feira, 20 de Fevereiro de 2014, 10:10 - A | A

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Quinta-feira, 20 de Fevereiro de 2014, 10h:10 - A | A

PROCESSO DE CASSAÇÃO

João Emanuel quer mandado de segurança para garantir extensão do prazo para defesa

Defesa do vereador alega que não recebeu a prova central na qual a Comissão de Ética se baseia para dar andamento ao processo de cassação de João Emanuel

NAYARA ARAÚJO






A defesa do presidente afastado da Câmara de Cuiabá, João Emanuel (PSD), representada pelo advogado Eduardo Mahon, estuda impetrar mandado de segurança contra a Comissão de Ética do Legislativo a fim de conseguir a extensão do prazo para o social-democrata apresentar a defesa na investigação instaurada pela Comissão sobre quebra de decoro parlamentar decorrente da Operação Aprendiz.

João Emanuel alega que não recebeu do grupo um DVD que integra os documentos analisados durante a investigação. Por conta disso, quer que o prazo de cinco sessões ordinárias sejam contados a partir desta semana, e não desde o último dia 6, dia em que foi notificado. Com o prazo atual, João Emanuel deve apresentar a defesa na próxima terça-feira (25).

“Eu nunca vi um negócio desse. A prova central que eles usam é a fita eles não mandam pra gente. O que querem que a gente faça? Pedir ‘amigão’ você precisa mandar o DVD? Eles negam que não tenham enviado, mas como advogado o querem que a gente faça? Vamos impetrar mandado de segurança alegando que se negaram”, disse Mahon.

Marcos Lopes/HiperNotícias

Advogado Eduardo Mahon, defesa de João Emanuel, já estuda mandado de segurança para garantir extensão de prazo


Em contrapartida, o presidente da Comissão, vereador Toninho de Souza (PSD), afirmou que todas as provas foram enviadas e que João Emanuel assinou, inclusive, documento atestando que havia recebido todos os papeis que compõem a investigação.

“Ele (João Emanuel) alega que recebeu a cópia da documentação sem uma cópia do DVD, só com a capa. Isso não procede. Ele assinou na presença de todos os membros da Comissão que todas as cópias foram entregues a ele. Em razão disso ele pede que seja revisto o prazo”, disse Toninho.

Sobre a demora em apresentar o pedido para alargamento do prazo, Mahon admite se tratar de uma estratégia da defesa que conta com o devido amparo legal. “É estratégia, óbvio. Se meu prazo é 45 dias eu faria isso no 45º. Qual o problema? E a gente ainda avisou na metade do prazo, ainda estamos dando uma chance”, ironizou.

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Comente esta notícia

João José 21/02/2014

Claro que é tudo combinado! Quem manda é José Geraldo Riva, dono do PSD, partido do João Emanuel e Toninho de Souza.

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raymison 20/02/2014

Acorda Cuiaba.. Isso e tudo combinado... So tem artista

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Carlina Santos 20/02/2014

Estranho DOUTOR! Seu cliente assina o recebimento dos documentos, incluindo o DVD e agora diz que não recebeu! Perdeu o prazo e quer alegar que a culpa é da comissão??? Seria isso uma ESTRATÉGICA para aguardar o julgamento do TJMT?

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3 comentários

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