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Política Terça-feira, 10 de Maio de 2016, 09:17 - A | A

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Terça-feira, 10 de Maio de 2016, 09h:17 - A | A

CPI DA COPA

"Eu fiz muita pressão política para que fosse o VLT, não vou negar", diz Riva à CPI da Copa

FERNANDA ESCOUTO

Os membros da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Obras da Copa do Mundo 2014 ouvem nesta terça-feira (10), o ex-deputado estadual, José Geraldo Riva (sem partido). À época dos fatos, Riva era presidente do Parlamento.

 

Alan Cosme/HiperNotícias

riva

 

Para Riva prestar o depoimento, a CPI das Obras solicitou à Justiça autorização para realizar a oitiva com o ex-parlamentar. Embora solto, a permissão foi necessária porque Riva não pode entrar nas dependências do Legislativo, por causa dos processos que vem respondendo.

  

Acompanhe em tempo real: 

 

09h18- Estão presentes na mesa os deputados Wagner Ramos (PSD), Silvano Amaral (PMDB), Janaína Riva (PMDB), Wilson Santos (PSDB) e o presidente da CPI, Oscar Bezerra (PSB). O ex-deputado José Riva já se encontra no auditório Milton Figueiredo, na Assembleia Legislativa. 

 

09h30 - O deputado Silvano Amaral começa a fazer os questionamentos ao ex-deputado. 

Silvano Amaral pergunta se houve indicação de Riva na diretoria.


09h31 - Riva responde que não. “Em primeiro momento não, não tive nenhuma indicação pessoal”.
A pergunta agora é sobre a escolha do BRT, a mudança de modal. Riva responde que a indicação de Eder Moraes foi do ex-governador Silval Barbosa (PMDB), de cunho pessoal.


09h33 - Sobre a mudança de modal, Riva responde que já ouviu tanta besteira sobre o assunto.

 

09h43- A viagem para Portugal foi proposta pelo governo do Estado, que convidou a Assembleia. "Essa decisão de quem ia a Portugual passou pelo colegiado", disse Riva ao deputado Silvano.

 

09h45- Silvano faz perguntas sobre como funciona o VLT em Portugal. 

 

09h47- Wagner Ramos começa os questionamentos ao ex-deputado José Riva. Ramos pergunta se os deputados que foram a Portugal levaram uma equipe técnica. Riva disse que não, que foram só para conhecer mesmo. 

 

09h50- Riva afirma que sempre defendeu concessão ou uma parceria pública privada. "O VLT não é uma questão de estrutura, mas sim de gestão".

 

09h53- O ex-deputado, questionado por Wagner Ramos, afirma que na época os colegas de Parlamento não quiseram contratar uma empresa de consultoria para avaliar se o VLT era bom para a Capital. "Disseram que era caro".

 

09h54- "Na viagem não ficou acordado que seria o VLT. Eu fiz muita pressão política para que fosse o VLT, não vou negar. A questão é de gestão, não importa o modal [...] O Silval resistia ainda"

 

10h08 - Riva destaca que não precisava se aprofundar muito para saber que o VLT era o melhor para o estado. "Não posso ser responsabilizado pela gestão"

 

Alan Cosme/HiperNotícias

José Riva

 

10h13- O deputado Wilson Santos começa as perguntas. Ele questiona como Riva conseguiu convencer os colegas de que o VLT era bom. Riva responde que nunca precisou convencer ninguém, pois os deputados já sabiam o que queriam. "Eu fazia pressão do grupo que queria, que representava 70% da Casa".

"Fiz pressão política dentro da Assembleia. Fiz pressões que os parlamentares podem fazer", completou Riva. 

 

10h17- Sobre a comissão dos deputados Riva afirma que todos foram indicados. 

 

10h22- Sobre o valor inicial da obra do modal, que era R$ 696 milhões, Riva afirma que nesse orçamento não estava previsto os vagões. 

 

10h29- "Eu fiz pressão poltíca, o senhor quer atribuir a mim uma coisa que não é minha. A escolha do modal não foi minha".

 

10h31- Wilson Santos continua os questionamentos, ainda sobre a "infomação sonegada" dos vagões. 

 

10h35- "Eu fui conhecer o modal em Portugal, porque eu defendia o modal", diz Riva novamente a Wilson. 

 

10h42-  Riva responde agora sobre a propaganda realizada na Capital sobre o VLT, na qual ele espalhou outodoores pela cidade apoiando o modal. "Fiz mesmo, e teve outro deputado que fez e nunca teve que explicar isso aqui. Fiz porque acredito que o VLT é bom pra cidade e estudos vão provar isso, mas não estudos encomendados como eu vejo por aí".

 

10h47- Riva autorizou que seu depoimento à Justiça possa ser utilizado pela CPI da Copa. 

 

10h48- Wagner Ramos voltar a fazer perguntas e começa falando sobre uma suposta propina de R$ 80 milhões paga, para que o Consórcio VLT ganhasse a licitação do modal. 

 

10h50- "A minha atuação se restringiu ao campo político. Nunca participei de reunião sobre propina com Rowles e Eder Moraes, muito menos com Chico Galindo", disse Riva, destacando que o ex-secretário Eder que o apresentou ao lobista, Rowles Magalhães. 

 

10h54-  “Eu fico triste, isso virou uma disputa política. Se teve um erro do Silval, há um erro também do governo atual que não deu sequências a essa obra [...] É preciso mais agilidade”, responde Riva sobre a paralisação das obras do modal.

 

10h58- O deputado Oscar Bezerra, presidente da CPI faz algumas observações e perguntas ao ex-presidente da Casa. 

 

11h04- Em resposta ao deputado Wilson Santos, Riva afirma que o tucano foi escalado para demonizar o VLT, como o deputado Emanuel Pinheiro (PMDB), já havia dito. "Ninguém escondeu nada de ninguém, todos os documentos estavam aqui na Casa, principalmente sobre o valor inicial do modal".

 

11h13- A deputada Janaína Riva (PMDB) também traz observações. "Colhemos frutos da má gestão que o ex-governador fez em relação às obras da Copa, mas o governo atual também tem culpa", disse. A parlamentar, que é filha de Riva, parabenizou o presidente da CPI, Oscar Bezerra, que segundo ela, soube conduzir muito bem a comissão.

 

11h20- O líder de governo na Casa, deputado Wilson Santos rebateu Janaína, afirmando que não dará resposta a ela. "A senhora agiu como filha, então prefiro não responder".

 

11h26- Riva responde o deputado Oscar Bezerra sobre uma PPP. O ex-parlamentar acredita que essa opção ainda é possível. "Admito que é possível, mesmo com a obra em andamento. É uma medida correta", pontuou. 

 

11h30 - A oitiva chega ao fim. 

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