A presidente Dilma Rousseff (PT) em conversa com o governador Silval (PMDB), na terça-feira (11) em Lucas do Rio Verde, voltou a afirmar que deseja um palanque único com todos os partidos que compõe o arco de aliança do governo federal. Com isso, Dilma deverá dar um ultimato ao PDT e ao PTB, o que pode afetar em cheio o ainda candidato ao Palácio Paiaguás, senador Pedro Taques (PDT). Dilma e o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, se reúnem na próxima semana em Brasília.
“Conversamos durante o trajeto de Sinop à Lucas. Ela me pediu que a gente continuasse dialogando no sentido de construir um palanque único para a reeleição dela. Ela quer todos os partidos que compõe o governo dela junto neste palanque. Por isso ela resolverá a questão do PDT e o PTB nacionalmente em uma conversa com os presidentes dos respectivos partidos”, explicou o governador.
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Com a declaração da presidente, Taques (PDT) deve conhecer os rumos que o seu partido irá tomar e, consequentemente, a sua candidatura ao governo do Estado, nas próximas semanas.
Diante da situação, a única forma de Taques permanecer na disputa de outubro como candidato - já que os principais partidos aliados do PT como o PMDB e PSD e o próprio PT, não aceitam em hipótese nenhuma ter o senador pedetista como candidato pelo grupo no estado - seria a saída do PDT do governo Dilma, entregando o Ministério do Trabalho e lançando candidatura própria à presidência da Republica.
As direções estaduais pedetistas que não aceitam estar na base da presidente Dilma Rousseff, como Mato Grosso, Rio Grande do Sul e Brasília, fazem oposição aos governos locais chefiados pela base governista e sugerem a candidatura própria do partido à Presidência da República.
O nome mais cotado para o desafio é o do senador de Brasília Cristovam Buarque (PDT/DF) que disputou o cargo em 2006.
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Apesar do presidente nacional da sigla, Carlos Lupi (PDT) ter adiado a decisão para março, ele já teria adiantado que o partido apoiará a reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT) nos estados.
Enquanto o assunto não se resolver, Taques que já era dado como o único candidato oficializado no pleito de 2014 reunindo toda a oposição (PDT-PSB-PPS-PV-DEM e PSDB) ao governo Silval Barbosa (PMDB), volta a ter incertezas redando a sua pré-candidatura.
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