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Polícia Sexta-feira, 29 de Agosto de 2025, 18:48 - A | A

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Sexta-feira, 29 de Agosto de 2025, 18h:48 - A | A

“RITUAL DE SELVAGERIA”

Veja o que se sabe sobre o estuprador em série preso na UFMT nesta sexta-feira (29)

Reyvan Dias da Silva Carvalho, de 25 anos, foi preso dentro da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em Cuiabá, apontado como estuprador em série e ligado por DNA ao homicídio de Solange Aparecida Sobrinho, ocorrido no fim de julho.

ALINE COÊLHO E GABRIEL BARBOSA
DA REDAÇÃO/ DO LOCAL

A Polícia Civil prendeu nesta sexta-feira (29) Reyvan Dias da Silva Carvalho, de 25 anos, suspeito de ser um estuprador em série e de ter assassinado Solange Aparecida Sobrinho, encontrada morta, nua e esganada, dentro do campus da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) no fim de julho. Ele sequer era considerado suspeito pela polícia, mas foi identificado pelo DNA. 

O laudo da Politec identificou o perfil genético do acusado na cena do crime, prova considerada “irrefutável” pela investigação. Além disso, o material de DNA também o liga a um homicídio registrado em 2020.

Prisão dentro da universidade - Reyvan foi localizado e preso dentro do campus da UFMT, espaço onde costumava circular e até dormir em áreas abertas. Segundo a Polícia Civil, ele não resistiu à abordagem, chorou e negou os crimes.  No local, foram encontrados seus pertences, como roupas, mochila e uma cama improvisada. 

Histórico e perfil do acusado  - O suspeito responde a crimes de estupro e roubo desde 2016. Em 2021, foi acusado de violentar uma mulher grávida de seis meses. Apesar de já ter sido preso em flagrante em outras ocasiões, obteve liberdade por falta de provas que sustentassem a prisão preventiva.

De acordo com o delegado Bruno Abreu, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), os crimes praticados por Reyvan seguiam um padrão que ele classificou como “ritual de selvageria”. O agressor escolhia mulheres em situação de vulnerabilidade — sozinhas, grávidas ou doentes — e as atacava em locais ermos, utilizando facas para intimidação, com violência extrema e ameaças constantes.

“O que nós temos é uma prova genética irrefutável. Descobrimos o autor de um estupro seguido de morte. Ele nega porque não entende ainda a força da prova que temos em mãos”, afirmou o delegado.

Situação familiar e social  A mãe do acusado relatou à Polícia que o filho não vivia mais em casa há bastante tempo, estava em situação de rua e fazia uso de entorpecentes. Disse ainda não ter conhecimento da gravidade dos crimes cometidos por ele.

Possível serial killer em formação - Pelas características de crueldade e reincidência, a Polícia Civil aponta fortes indícios de que Reyvan possa ser considerado um serial killer em formação. Até o momento, pelo menos três vítimas estão diretamente ligadas ao suspeito, mas há suspeita de outros ataques, inclusive dentro e nas imediações da UFMT.

Investigações continuam - O laudo da Politec levou o Ministério Público a representar pela prisão temporária de Reyvan, prontamente decretada pela Justiça. Agora, a Polícia Civil segue na coleta de provas e na apuração de possíveis novos casos.

LEIA MAIS:  Polícia captura suspeito de matar mulher encontrada nua e esganada na UFMT   

O delegado Bruno Abreu também destacou a subnotificação de crimes sexuais e pediu que mulheres que tenham sido vítimas denunciem às autoridades. O contato pode ser feito pela Delegacia da Mulher ou pelo telefone 180, serviço gratuito e anônimo. 

Veja o momento da prisão do suspeito: 

 

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