Reyvan da Silva Carvalho, suspeito do homicídio de Solange Aparecida Sobrinho, continuava frequentando a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), mesmo depois de esganar a vítima até a morte dentro do campus de Cuiabá. Reyvan foi preso nesta sexta-feira (29) na Universidade, pouco mais de um mês depois da ocorrência.
Segundo informações preliminares, ele já era conhecido das autoridades e tem uma extensa ficha criminal. A suspeita é de que, além de matar Solange, ele tenha estuprado a mulher. Logo depois do crime, a Politec identificou a presença de sêmen no ânus e na vagina da vítima.
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Solange tinha esquizofrenia e frequentava o campus da UFMT há 20 anos por acreditar que estudava no local. A última vez que ela foi vista com vida foi na tarde do dia 23 de julho. No dia seguinte, seguranças da Universidade encontraram o corpo da mulher em uma área desativada.
Reyvan chegou à Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) aos prantos e negou o crime à imprensa. Ele será interrogado e depois ficará à disposição da Justiça.
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