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Polícia Quinta-feira, 27 de Agosto de 2026, 16:20 - A | A

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Quinta-feira, 27 de Agosto de 2026, 16h:20 - A | A

MARCA LICENCIADA

Grupo dono da marca "Tatu Bola" nega vínculo com empresária presa pela PF

Grupo afirma que unidade cuiabana opera de forma independente há mais de um ano e possui apenas licença para uso da marca

GABRIEL BARBOSA
Da Redação

REPRODUÇÃO

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O Grupo Alife Nino, responsável por mais de 130 bares e restaurantes no país, incluindo a marca Tatu Bola, afirmou nesta quinta-feira (27) que não possui vínculo societário ou administrativo com a sócia do restaurante em Cuiabá, presa no âmbito de operação da Polícia Federal. Em pronunciamento, a empresa esclareceu que a unidade cuiabana funciona de forma independente há mais de um ano.

Segundo o grupo, o Tatu Bola de Cuiabá é a única unidade que opera nesse formato e possui apenas uma licença para utilização da marca. A empresa afirmou ainda que não tem qualquer relação com os fatos investigados pela Polícia Federal.

O posicionamento ocorre após a prisão de Thatiana Rabelo Mesquita Theodoro, apontada em reportagens como sócia da empresa responsável pelo Tatu Bola em Cuiabá. Ela foi presa na terça-feira (25), durante a Operação Bóreas, que investiga uma organização criminosa suspeita de atuar na logística do transporte internacional de drogas e armas.

Na operação, a Polícia Federal cumpriu três mandados de prisão preventiva e três de busca e apreensão, além de medidas de bloqueio e sequestro de bens e valores. A investigação também apura o uso de aeronaves e pistas clandestinas para o transporte de grandes carregamentos de cocaína e armas.

Até o momento, a Polícia Federal não detalhou publicamente qual seria a participação individual de Thatiana no esquema investigado. Em nota, o Grupo Alife Nino destacou que possui mais de 15 anos de atuação, com mais de 130 estabelecimentos em todo o país e cerca de quatro mil colaboradores.

A empresa reforçou que não tem qualquer relação com os fatos investigados e informou que pretende adotar as medidas consideradas cabíveis para resguardar os próprios direitos. A Operação Bóreas segue em andamento, e as circunstâncias envolvendo cada um dos investigados ainda são apuradas pela Polícia Federal.

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