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Polícia Terça-feira, 15 de Dezembro de 2020, 20:49 - A | A

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Terça-feira, 15 de Dezembro de 2020, 20h:49 - A | A

OPERAÇÃO III BARRAS

Gaeco prende dois por esquema de lavagem de dinheiro do tráfico em fazenda de MT

REDAÇÃO

Um escritório de contabilidade e duas residências, sendo uma em Cuiabá e a outra no município de Cáceres (225 Km da Capital) foram alvos de uma operação que buscava desmantelar uma quadrilha associada ao tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Durante a ação policial, nesta terça-feira (15), duas pessoas foram presas.

Alan Cosme/HiperNoticias

Gaeco

Alan Cosme/HiperNoticias

Além dos dois mandados de prisão, cumpridos nos municípios de Cáceres e Brasnorte (572 km de Cuiabá), também foram desempenhados mandados de busca apreensão.

A operação, batizada de "III Barras", foi realizada pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) em parceria com a Delegacia Especial de Fronteira (Defron), Receita Federal e Grupo Especial de Fronteira (Gefron). 

Segundo a unidade regional do Gaeco em Cáceres, a operação é o desdobramento de uma apreensão ocorrida em 2017 de expressiva quantidade de dinheiro enterrado na Fazenda III Barras, localizada na linha de fronteira do Brasil com a Bolívia. Durante as investigações, foi constatado que o proprietário da fazenda tratava-se de pessoa fictícia, a qual havia sido criada para ocultar a propriedade de diversos bens, como dinheiro, veículos, gado e fazendas, provenientes do tráfico de drogas.

Com as análises realizadas pelas equipes do Gaeco, Defron e Receita Federal constatou-se que as ações delituosas praticadas tinham à frente uma outra pessoa, que seria o verdadeiro proprietário da fazenda, do rebanho bovino e dos bens nela contidos. O investigado já foi inclusive condenado no Estado de São Paulo.

A organização criminosa, conforme apurado no decorrer das investigações, conta com a participação de, pelo menos, quatro pessoas que se estruturaram com o objetivo de ocultar os bens pertencentes ao líder do grupo. Os envolvidos teriam movimentado quantidades expressivas de dinheiro em contas bancárias sem origem comprovada.

Ao longo das investigações, conforme o Gaeco, diversos bens foram objeto de medida cautelar de sequestro, como a Fazenda III Barras, avaliada em mais de 10 milhões. Além dela, diversos automóveis, maquinário agrícola, aproximadamente 800 cabeças de gado e dinheiro em espécie encontram-se arrecadados à disposição da justiça. 

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