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Polícia Sábado, 01 de Julho de 2023, 09:33 - A | A

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Sábado, 01 de Julho de 2023, 09h:33 - A | A

VEJA VÍDEOS

Empresário é preso acusado de fornecer armamento para facção criminosa em cidades de MT

Durante a ação foram apreendidos uma cabina CTT 40 e uma pistola TH 40

DA REDAÇÃO

Um emprsário e colecionador de arma, suspeito de fornecer armamento para uma facção criminosa atuante no estado, foi preso na manha desta sábado (1), em Sinop (497 km de Cuiabá). Durante a ação foram apreendidos uma cabina CTT 40 e uma pistola TH 40.

A equipe da Delegacia de Peixoto de Azevedo vinha investigando diversos homicídios ocorridos na região, com suspeita de autoria de integrantes de uma facção criminosa.

No dia 22 de abril, os suspeitos, Luiz Augusto Lima Campos, conhecido como “GL” e Aldo Antunes Lopes da Silva, o “Big Big”, vieram a óbito, durante confronto com a Polícia Militar, ocasião em que tiveram suas armas apreendidas, dentre elas, uma pistola calibre .380, estava em nome do empresário.

O investigado, de 33 anos, após saber que uma das armas de fogo que estava em seu nome, foi apreendida com os criminosos mortos na ação, registrou um boletim de ocorrência, no dia 23 de abril (data seguinte aos fatos), alegando desconhecimento de que sua arma havia sido furtada de sua residência.

O empresário, que também era colecionador, possuía quatro armas de fogo registradas em seu nome, porém no boletim de ocorrência alegou que apenas duas armas haviam sido furtadas de sua residência. Na casa, não havia sinais de arrombamento, e as outras duas armas que também estavam na residência, não teriam sido levadas pelos supostos criminosos.

Diante da situação, a Policia Civil instaurou inquérito policial sobre o caso e apurou que os integrantes da facção criminosa mortos em confronto eram os responsáveis por vários sequestros e homicídios ocorridos em Peixoto de Azevedo por ordem da facção criminosa.

As investigações apontaram que arma pertencente ao empresário foi utilizada em vários homicídios ocorridos na cidade, sendo enviada para exame de confronto balístico, realizado pela Politec.

Por ser empresário do ramo de câmeras, o empresário também é investigado por procurar vítimas de roubo de veículos, principalmente de caminhões, alegando ser “informante oficial” da Polícia e ter informações privilegiadas para localizar esses veículos, exigindo dinheiro para encontrá-los.

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