Trump acrescentou que "tudo indica que vamos fazer um acordo" e que o país "concordou com quase tudo que foi proposto".
Ele ponderou não saber se a trégua precisará ser prorrogada, mas afirmou que "se estivéssemos perto de um acordo, eu estenderia o cessar-fogo". Contudo, também alertou que, sem entendimento, os combates podem ser retomados.
O republicano também revelou que Teerã concordou em retornar o material nuclear presente no país aos EUA. Segundo ele, o país está disposto a fazer "coisas que antes não estava", sem entrar em detalhes. Trump afirmou ainda que o bloqueio marítimo aos portos iranianos na região do Estreito de Ormuz tem sido "mais poderoso" do que bombardeios e está "resistindo bem".
Trump avaliou que um acordo teria impacto relevante sobre energia e preços: "se acontecer, o petróleo cai, os preços caem e a inflação cai". Trump disse ainda que a relação com o Irã é "muito boa neste momento", embora reconheça que é "difícil de acreditar".
Questionado sobre outros temas, afirmou que o foco da Casa Branca é o Irã, minimizando a guerra entre Rússia e Ucrânia. Ele também criticou aliados, dizendo que a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e a Austrália não apoiaram os EUA em Ormuz, e defendeu que europeus comprem mais petróleo e gás americanos.
No Oriente Médio, Trump afirmou que um cessar-fogo entre Israel e Líbano incluirá o Hezbollah e indicou um cronograma para um encontro entre os líderes dos dois países na Casa Branca, citando prazos que variaram de "uma ou duas semanas" para "quatro ou cinco dias" e, posteriormente, "em um momento não tão distante".
Ele também disse que, "no momento certo", pode visitar o Líbano e que poderia ir a Islamabad, no Paquistão, caso um acordo com o Irã seja assinado lá.
(Com Agência Estado)
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