A Ucrânia dizia esperar a ofensiva. Na véspera, o presidente Volodmir Zelenski afirmou que serviços de inteligência concluíram que a Rússia se preparava para um ataque "massivo".
Ainda assim, mesmo com o alerta prévio, Kiev não conseguiu impedir totalmente os bombardeios, que coincidiram com o 74º aniversário do presidente russo, Vladimir Putin.
As mortes e os danos reforçaram a dificuldade da Ucrânia para conter mísseis balísticos russos e os novos drones a jato usados na escalada dos ataques. Sem munição para os sistemas de defesa aérea Patriot, de fabricação americana, o país não consegue barrar parte dos armamentos balísticos. Ao mesmo tempo, corre para desenvolver uma nova geração de interceptadores capazes de alcançar os drones de alta altitude movidos a jato.
Rússia e Ucrânia travam uma guerra aérea de longo alcance enquanto os Exércitos seguem, em grande medida, em impasse no campo de batalha, mais de quatro anos e meio após a invasão em larga escala lançada por Moscou. Os ataques aéreos incessantes também impõem custos à Rússia, mas podem ser particularmente devastadores para a Ucrânia, de menor porte.
Esforços de paz liderados pelos EUA parecem pouco propensos a trazer alívio no curto prazo, enquanto segue em discussão a possibilidade de conversas técnicas em nível mais baixo. Analistas ocidentais dizem que Putin mantém o avanço da invasão por acreditar que os ucranianos cederão sob pressão e que os apoiadores ocidentais de Kiev não sustentarão o apoio.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
(Com Agência Estado)
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