Segundo ele, "nossas mãos permanecem no gatilho", em declaração semelhante à de Benjamin Netanyahu, na véspera, e o país "nunca abandonará seus irmãos e irmãs libaneses".
Pezeshkian classificou as ofensivas israelenses como "violação flagrante" do acordo inicial de trégua e um "sinal perigoso de engano e falta de compromisso" com eventuais entendimentos.
Na mesma linha, o presidente do Parlamento do Irã, Mohammad Bagher Ghalibaf, afirmou que violações do cessar-fogo com Estados Unidos e Israel "acarretam custos explícitos e respostas fortes", em publicação no X, em meio a dúvidas sobre o alcance do acordo anunciado nesta semana.
Ghalibaf reforçou que o Líbano e o chamado "Eixo da Resistência", aliados de Teerã, são "parte inseparável" de qualquer entendimento de trégua, sugerindo que ataques no território libanês podem comprometer o acordo. Segundo esse posicionamento, "não há espaço para negação ou recuo" sobre a inclusão do Líbano nas negociações.
O alerta ocorre em um momento de divergência entre Irã e Estados Unidos sobre os termos do cessar-fogo. Washington sustenta que o acordo não abrange o Líbano, enquanto Teerã insiste no contrário e acusa Israel de violar a trégua com bombardeios recentes. O país persa ainda condicionou a reabertura do Estreito de Ormuz ao fim das ações militares americanas e israelenses na região.
(Com Agência Estado)
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