"Estamos analisando intensamente com nossos aliados o que pode ser feito, porque é muito importante que consigamos reabrir o estreito", disse o secretário de Energia do Reino Unido, Ed Miliband, à Sky News, acrescentando que colocar um fim ao conflito é a forma "melhor e mais segura" de fazê-lo.
O Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Sul disse que "tomou nota" da demanda de Trump e que "coordenará estreitamente e revisará cuidadosamente" a situação com os Estados Unidos.
Há muitas expectativas de que o líder dos EUA reforce o apelo ao Japão pessoalmente nesta quinta-feira, quando irá se encontrar com a primeira-ministra Sanae Takaichi na Casa Branca.
Um porta-voz da embaixada da China nos Estados Unidos, Liu Pengyu, apontou que "todas as partes têm a responsabilidade de garantir um fornecimento de energia estável e sem obstáculos" e que a China "fortalecerá a comunicação com as partes pertinentes" para desescalar o conflito.
A França disse anteriormente que está trabalhando com países - o presidente Emmanuel Macron mencionou parceiros na Europa, Índia e Ásia - em uma possível missão internacional para escoltar navios através do estreito, mas sublinhou que o plano seria implementado quando "as circunstâncias permitirem", quando os combates tiverem diminuído.
O secretário de Energia dos Estados Unidos, Chris Wright, afirmou à NBC que tem estado "em diálogo" com alguns dos países e esperava que a China fosse "um parceiro construtivo" para reabrir o estreito, por onde normalmente passa um quinto das exportações mundiais de petróleo.
O chanceler iraniano, Abbas Araghchi, declarou hoje que o estreito está aberto para todos, exceto para os Estados Unidos e seus aliados.
*Conteúdo traduzido com o auxílio de inteligência artificial, revisado e editado pela redação da Broadcast
(Com Agência Estado)
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