Mamdani, nas últimas semanas, ameaçou cumprir o mandado de prisão contra o israelense, expedido pelo Tribunal Penal Internacional por crimes de guerra. Mamdani depois recuou e admitiu que o município não tinha autoridade para cumprir o mandado, mas pediu que o governo federal o fizesse.
Netanyahu acusou o prefeito de colocar um grupo contra o outro e de impor medo na cidade. "Eu falo com judeus americanos em Nova York, e eles estão com medo agora", disse. O primeiro-ministro responsabilizou Mamdani pelo atentado contra um judeu nova-iorquino, que foi esfaqueado ao sair de uma sinagoga. A culpa seria do prefeito por seu discurso em que pediu que o governo federal americano prendesse Netanyahu por seus crimes de guerra, o que o israelense classificou como discurso de ódio.
"Depois de ele ter feito esse discurso de ódio contra Israel e contra mim, no dia seguinte, um judeu é esfaqueado ao sair de uma sinagoga e com um grito de Allah Akbar", disse o primeiro-ministro.
Por fim, Netanyahu confirmou que irá à ONU. "Eu pretendo ir e falar a verdade, falar por Israel e pela aliança israelo-americana, do púlpito das Nações Unidas."
(Com Agência Estado)
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