Corina anunciou a chegada nas redes sociais. "Estou aqui. Com vocês", disse.
Enquanto isso, o parceiro dela na liderança da oposição, Edmundo González, confirmou a chegada de Corina no X e ressaltou que estaria ao lado dela "muito em breve".
"Hoje é um dia muito importante para os venezuelanos. Nossa voz soberana retorna com ela para liderar e orientar este processo!", escreveu. "Vocês sabem: isso vai até o fim."
O retorno de Corina ao país, após mais de 10 meses no exílio, ocorreu em um momento em que se aprofundam as dúvidas sobre o futuro democrático da Venezuela e sobre o papel dos Estados Unidos nesse processo.
Desde a destituição de Maduro, a Venezuela tem sido governada pela presidente interina Delcy Rodríguez, antiga aliada de Maduro, que recebeu o aval do governo Trump para sucedê-lo.
Rodríguez ultrapassou o período durante o qual estava autorizada a exercer o cargo de presidente interina após a captura de Maduro, mas não há eleições previstas.
A líder da oposição passou 11 meses escondida na Venezuela após ser detida brevemente durante um protesto em janeiro de 2025. Depois de deixar o país em uma rota clandestina, ela reapareceu em dezembro daquele ano, na Noruega, onde recebeu o Prêmio Nobel da Paz por sua oposição pacífica ao governo autoritário de Maduro.
Corina e seus aliados vêm exigindo a definição de uma data para as eleições presidenciais na Venezuela, mas autoridades americanas têm enfatizado que a estabilização econômica deve vir primeiro.
*Com informações da Associated Press (AP).
(Com Agência Estado)
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.









