Segundo informações oficiais, mais de 1.600 pessoas do condado local foram mobilizadas para os trabalhos de resgate. Equipes também enviaram suprimentos de emergência, incluindo 1.000 unidades habitacionais pré-fabricadas, cerca de 3.000 tendas e camas dobráveis, além de lanternas e roupas de inverno.
O Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) informou que o tremor ocorreu às 22h33 no horário local, com epicentro a 191 quilômetros a leste-nordeste de Nagqu, em uma área de alta altitude e pouco povoada no norte do Tibete, e profundidade estimada em 18 quilômetros. O USGS registrou ao menos sete réplicas entre magnitude 4,3 e 5,2, todas com profundidade de 10 quilômetros, segundo o site da agência.
A agência oficial Xinhua informou hoje que a comunicação em algumas áreas atingidas ficou fora do ar. Autoridades ferroviárias adotaram medidas emergenciais para interromper a circulação de trens que passam pela região. O terremoto também provocou quedas de rochas, levando ao fechamento de um trecho da Rodovia Nacional 317. O trânsito foi liberado apenas para veículos de emergência, resgate e apoio oficial enquanto equipes trabalham para remover detritos.
A Xinhua acrescentou que são esperadas nevascas intermitentes na área afetada nos próximos três dias, o que pode dificultar os esforços no terreno. A emissora estatal CCTV descreveu o evento como o maior terremoto na região nos últimos cinco anos.
O presidente chinês Xi Jinping pediu "todos os esforços" nas operações de resgate e no atendimento médico às vítimas. Nagqu fica a mais de 300 quilômetros ao norte de Lhasa, a capital do Tibete. Fonte: Associated Press.
Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado
(Com Agência Estado)
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