Segundo Ghalibaf, o primeiro plano teria sido "acabar com o sistema em três dias" por meio do assassinato do então líder supremo, aiatolá Ali Khamenei, e de comandantes militares, o que, segundo ele, fracassou. Em seguida, o "inimigo" teria tentado destruir o sistema de defesa aérea do país, mas "o ritmo dos nossos mísseis e dos nossos drones continua e avança com força".
O presidente do Parlamento também acusou adversários de tentarem "venezuelizar" o Irã, ativar movimentos separatistas no oeste do país e planejar um golpe durante o festival de Chaharshanbe Suri, a tradicional "quarta-feira do fogo". Segundo ele, todas as tentativas foram frustradas "pela presença coesa e ativa" da população e pela atuação das forças militares e de inteligência.
Ghalibaf disse ainda que houve uma tentativa de ataque terrestre, testada de maneira experimental em Isfahan, que classificou como "uma vergonha, como Tabas" - referência ao fracasso da operação militar americana no deserto iraniano em 1980.
Ao citar o presidente dos EUA, Donald Trump, Ghalibaf disse que o americano divide o país em duas categorias - radicais e moderados - e menciona um bloqueio naval "até que o Irã consiga fazer um acordo". "O plano dele é totalmente claro: é forçar o Irã a se render por meio de pressão econômica e de divergências internas", declarou.
Por fim, Ghalibaf pediu unidade nacional e afirmou que as autoridades militares e políticas estão "completamente unidas" em torno das ordens do líder supremo, Mojtaba Khamenei. "Nós, nesta guerra, chegaremos a uma vitória brilhante", concluiu.
(Com Agência Estado)
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