Ele disse que os ataques visavam defender a segurança militar nacional, marcando uma nova escalada no conflito desde que uma trégua, em 2022, interrompeu em parte os combates.
A guerra civil do país coloca os Houthis, apoiados pelo Irã, contra uma coalizão liderada pela Arábia Saudita, aliada ao governo reconhecido internacionalmente do Iêmen.
Nesta sexta, 7, o enviado das Nações Unidas, Hans Grundberg, havia solicitado moderação entre as partes. "O Iêmen hoje enfrenta um risco maior de renovação do conflito em larga escala do que em qualquer momento desde a trégua mediada pela ONU em abril de 2022", disse ele em comunicado. Fonte: Associated Press
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado
(Com Agência Estado)
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