Lee anunciou uma auditoria externa para "determinar exatamente o que aconteceu". Além da execução de Christa, outra estava programada para ser realizada em 2026.
"Cumprir uma sentença legalmente imposta está entre as responsabilidades mais sérias do Estado, e o povo do Tennessee espera que isso seja feito de uma maneira que seja não apenas legal e constitucional, mas também eficaz", disse o governador.
O protocolo de execução do Estado prevê a administração de uma segunda dose de drogas por meio de seringas, "caso o detento não esteja morto", após a primeira dose. O documento não especifica o que deve ser feito caso o indivíduo continue vivo após a segunda dose.
Esta é a segunda vez neste ano que o Tennessee não consegue realizar uma execução.
Em maio, autoridades estaduais cancelaram a execução por injeção letal de Tony Carruthers, condenado pelo sequestro e assassinato de três pessoas em 1994, após a equipe responsável pela execução tentar, sem sucesso, durante mais de uma hora, inserir um acesso venoso para a administração de pentobarbital.
(Com Agência Estado)
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