A retirada, acertada há dois anos, ocorre em meio à guerra em curso entre os Estados Unidos e o Irã - conflito que, por vezes, se estendeu ao Iraque, com milícias apoiadas pelo Irã disparando contra tropas americanas e os EUA atacando os redutos desses grupos.
O primeiro-ministro iraquiano, Ali Al-Zaidi, descreveu a retirada dos EUA como o início de uma "nova fase, definida pela soberania do Iraque, pela força de suas instituições, pela prontidão de suas forças, pela unidade de suas decisões e por parcerias equilibradas com seus amigos".
A retirada também foi comemorada por grupos apoiados pelo Irã, mas gerou preocupações entre outros iraquianos, especialmente na região curda. Paralelamente, pairam dúvidas sobre o futuro das milícias iraquianas, que o governo de Bagdá tem tentado - com pouco sucesso até o momento - desarmar.
As tropas dos EUA invadiram o Iraque em 2003 para derrubar Saddam Hussein. Elas deixaram o país em 2011, mas, três anos depois, autoridades iraquianas convidaram uma missão menor, liderada pelos EUA, para combater o grupo Estado Islâmico, que havia avançado pelo Iraque, tomando vastas áreas do território. Fonte: Associated Press.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
(Com Agência Estado)
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