A Síria, sob o presidente interino Ahmad al-Sharaa, aproveitou o cenário para tentar impulsionar a economia ao oferecer o porto de Baniyas como corredor alternativo. Mercados como Estados Unidos e Europa vêm recorrendo à estrutura.
Há meses, o Iraque já escoava petróleo para o exterior por via terrestre, usando Baniyas como alternativa à rota afetada pelo fechamento de Ormuz. Agora, com base em um acordo de três meses entre os dois países, Bagdá também passou a importar gasolina via território sírio. A primeira remessa destinada ao Iraque chegou ao porto na última quinta-feira.
Pelo entendimento, o conglomerado UCC, sediado no Catar, compra o combustível, enquanto a Síria coordena a logística e recebe taxas de trânsito. Depois, as cargas seguem por estrada do porto no noroeste do país até o Iraque, passando por al-Tanf, no sudeste sírio.
Ahmed Qubbaji, vice-chefe da estatal Syrian Petroleum Company, afirmou hoje que o governo trabalha para manter um fluxo de 200 caminhões-tanque por dia rumo ao Iraque.
"Estamos considerando instalar oleodutos do Iraque para a Síria por via marítima, passando por outros países", disse ele à Associated Press. "Não estamos tratando isso como um arranjo temporário; a ideia é pensar estrategicamente no longo prazo".
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast
(Com Agência Estado)
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