Trata-se do quarto apagão em grande escala registrado na ilha nos últimos quatro meses, num cenário em que a rede elétrica cubana se deteriorou drasticamente nos últimos anos, com aumento de cortes diários e interrupções em todo o território.
O governo cubano atribuiu a situação também a um "bloqueio energético" imposto pelos Estados Unidos depois que o presidente Donald Trump anunciou, em janeiro, que ordenaria sanções contra qualquer país que vendesse ou fornecesse petróleo a Cuba. A Casa Branca exige que o país liberte presos políticos e avance na liberalização política e econômica como condição para a revogação das sanções.
Na semana passada, o presidente cubano Miguel Díaz-Canel disse que a ilha não recebeu envios de petróleo por mais de três meses e que vem operando com energia solar, gás natural e termelétricas. O governo teria sido obrigado a postergar cirurgias, com impacto sobre milhares de pacientes.
Remessas consideradas críticas de petróleo da Venezuela também foram desviadas desde o início de janeiro, após uma operação militar dos EUA no país sul-americano que culminou na captura do então presidente Nicolás Maduro.
Cuba produz 40% do seu petróleo e vinha gerando parte da própria eletricidade, mas não tem sido o suficiente para atender a demanda em um momento de deterioração da rede elétrica.
*Com informações da Associated Press
*Conteúdo elaborado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado
(Com Agência Estado)
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